— Um real? Eu saio. Marina Goulart se formou no ensino médio e sua tia a apresentou para ajudar a prima divorciada Eliane Franco com uma barraca de arroz frito com frutos do mar. Depois de melhorar a receita, o arroz frito bombou na feira noturna. Eliane propôs sociedade 50/50. Marina cozinhou dia e noite e o negócio cresceu. Quando a mãe precisou de 100 mil para cirurgia, Marina pediu sua parte. Eliane jogou um yuan: “Você me pertence, que parte?” Marina saiu na hora e vinculou sem querer o “Sistema de Cashback por Avaliações do Deus da Cozinha”—boas avaliações viram dinheiro. Comprou um carrinho, voltou à feira noturna e seguiu sozinha. Sua habilidade a tornou famosa rápido e o cashback jorrou. A loja de Eliane caiu sem Marina. Para cortar custos, usou ingredientes ruins, causou intoxicação e foi fechada. Em vez de refletir, Eliane fez live mentindo que Marina roubou sua receita e contratou falsos fiscais para virar sua barraca. Marina entrou no Concurso Deus da Cozinha, impressionou com macarrão de ova de caranguejo e abalone negro, venceu Cristiane Leal e ganhou. Entrou na Associação Gastronômica. O vice-presidente Florian Dubois, apoiando Cristiane, negou fundos e tirou cozinheiros para atrapalhar Marina. Marina usou o sistema para trocar ingredientes, voltou ao vilarejo, convidou os moradores a levar pratos típicos ao Encontro de Investidores e conquistou todos os patrões, assinando vários contratos na hora. Mostrou provas de vigilância e levou Eliane, Florian e os outros à justiça. No fim, Marina criou a marca noturna “Sabores da Terra”, levou os aldeões à riqueza e se tornou a Deusa da Cozinha da nova geração.